E na volta da lua ou do olhar
No trânsito suicida da rua
Entre as lágrimas do céu. Perdido
Na chuva, na rua, no viver. Domado
Caído acabado pelo chão retorcido
Sou o fim, melhor dizendo, estou acabado
E recomeço a cada passo, sem vacilo
Esperando o amanhecer de uma segunda
Onde os sonhos escorrem pelas calçadas
E tudo, tenha certeza, será possível
Amanhã nem serei eu o perdido azarado
Amanhã, que me aguardem, nem serei eu!
Serei mais, novamente, serei indomável
Um novo homem todo dia, um novo dia a todo homem...
As futuras horas se retorceram como eu quiser
O dia está lá, vazio e é todo nosso, é todo meu!
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domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Uma casinha em Boi Véio...
sábado, 23 de julho de 2011
0
Poema em homenagem ao meu tio Poeta (assim com letra maiúscula mesmo) e minha tia Netinha, que mesmo anos e quilometos distantes me amam, e eu os amo, como se tivesse sido criado sobre seus olhos e cuidados. Obviamente que nunca nada escrito será um décimo do que é o sentido, mas não podia passar por Ouro Velho (Boi Véio como eles chamam) sem isso:
Um bar grudado numa esquina,
Bar não! Budega!
Um Poeta que canta a vida,
Poeta não! Cantador
Canta e conta história
que fascina, que te pega!
Um cabra que vive a vida
Com cuidado e com amor
Toda uma história e familia
A horas e quilometros distante de mim
Em ruas de terra e de casas sem jardim
Tio Tadeu e tia Netinha, numa casinha em Boi véio
Distantes dos olhos, mas perto pra quem sentiu
Que alguém tão distante do meu meio
É mais um que tenho orgulho de chamar de tio!
Um bar grudado numa esquina,
Bar não! Budega!
Um Poeta que canta a vida,
Poeta não! Cantador
Canta e conta história
que fascina, que te pega!
Um cabra que vive a vida
Com cuidado e com amor
Toda uma história e familia
A horas e quilometros distante de mim
Em ruas de terra e de casas sem jardim
Tio Tadeu e tia Netinha, numa casinha em Boi véio
Distantes dos olhos, mas perto pra quem sentiu
Que alguém tão distante do meu meio
É mais um que tenho orgulho de chamar de tio!
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Noites de saudade
segunda-feira, 18 de julho de 2011
0
Amos as noites em que fico alto
Perdido entre goles de vinho
Onde meu parceiro é o asfalto
E ter medo é sofrer sozinho
Fumei, dancei, bebi, sorri. Enlouqueci!
Mas as melhores lembranças são com os olhos fechados
No dia em que viver foi o verbo que conjuguei
Os minutos nos seu braços foram os mais aproveitados...
Perdido entre goles de vinho
Onde meu parceiro é o asfalto
E ter medo é sofrer sozinho
Fumei, dancei, bebi, sorri. Enlouqueci!
Mas as melhores lembranças são com os olhos fechados
No dia em que viver foi o verbo que conjuguei
Os minutos nos seu braços foram os mais aproveitados...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Domingo...
segunda-feira, 4 de julho de 2011
0
Segurar o sorriso na mão
Perder de antemão o pudor
Se jogar sem ver pra que lado
Ser feliz para onde diabos for
Perder de antemão o pudor
Se jogar sem ver pra que lado
Ser feliz para onde diabos for
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Sobre meus defeitos
sexta-feira, 1 de julho de 2011
0
Não gosto de dias cinzentos, e nem de foças forçadas
Prefiro desfazer as lágrimas com música alta
Do que cultivá-las com baladas de merda do Djavan
Ontem eu não posso mudar, hoje eu já quase pedi,
fico sem tempo pra chorar já que só me resta amanhã
Lamento os choros alheios, queria poder dizer verdades
Dizer que é bobagem chorar pelo que se quebra
Que tristeza é o esconderijo de quem não luta,
que o luto é barreira pro futuro, mas nem sempre posso
"Eu lamento" é o que se espera ouvir
Tapas na cara é pra quem pode e é impossível saber quem pode
Todas as vezes que cai foram tapas que me fizeram levantar
Não me acho mais forte, eu só tenho o meu jeito de seguir
Claro que ter o que escrever me faz lidar melhor
Jogo aqui toda merda que fica no inconsciente
Mas a verdade é que de fato eu devo ser mais forte
Pra encarar com humor a minha famosa má sorte!
Já não perco mais meu tempo com compreender
Não quero nem saber o que você sente ou sentiu
Já é foda o bastante entender o que eu penso
Pra saber se o que disse foi verdade ou mentiu
Tenho poucos defeitos eu acho:
Egoísta, autoritário, sarcástico, cínico,
Insensível, grosso, preguiçoso, maldoso, ignorante,
Sincero demais quando isso pode te ferir,
condescendente demais quando isso me convém...
Só não sei ser falso, ainda não aprendi bem...
Mas o tempo tá ai pra isso, vou logo aprender se precisar
Também não sei gostar do que não gosto,
Nem ter amigos só por interesse... como seria bom saber isso!
Tenho uma porrada de qualidades, bem sei
Mas hoje é dia pros defeitos!
Não gosto de receber críticas, não suporto que não gostem de mim
Fico puto de ser ignorado, tenho ciúmes seletivo
Sou manipulador ao extremo!
Sou arrogante sim, foda-se!
Tão poucas coisas em que sou bom
que nas que sou bom jogo na cara mesmo!
Mas admita: Quem mais falaria tão a sério assim sobre si mesmo?
Sou foda!
Prefiro desfazer as lágrimas com música alta
Do que cultivá-las com baladas de merda do Djavan
Ontem eu não posso mudar, hoje eu já quase pedi,
fico sem tempo pra chorar já que só me resta amanhã
Lamento os choros alheios, queria poder dizer verdades
Dizer que é bobagem chorar pelo que se quebra
Que tristeza é o esconderijo de quem não luta,
que o luto é barreira pro futuro, mas nem sempre posso
"Eu lamento" é o que se espera ouvir
Tapas na cara é pra quem pode e é impossível saber quem pode
Todas as vezes que cai foram tapas que me fizeram levantar
Não me acho mais forte, eu só tenho o meu jeito de seguir
Claro que ter o que escrever me faz lidar melhor
Jogo aqui toda merda que fica no inconsciente
Mas a verdade é que de fato eu devo ser mais forte
Pra encarar com humor a minha famosa má sorte!
Já não perco mais meu tempo com compreender
Não quero nem saber o que você sente ou sentiu
Já é foda o bastante entender o que eu penso
Pra saber se o que disse foi verdade ou mentiu
Tenho poucos defeitos eu acho:
Egoísta, autoritário, sarcástico, cínico,
Insensível, grosso, preguiçoso, maldoso, ignorante,
Sincero demais quando isso pode te ferir,
condescendente demais quando isso me convém...
Só não sei ser falso, ainda não aprendi bem...
Mas o tempo tá ai pra isso, vou logo aprender se precisar
Também não sei gostar do que não gosto,
Nem ter amigos só por interesse... como seria bom saber isso!
Tenho uma porrada de qualidades, bem sei
Mas hoje é dia pros defeitos!
Não gosto de receber críticas, não suporto que não gostem de mim
Fico puto de ser ignorado, tenho ciúmes seletivo
Sou manipulador ao extremo!
Sou arrogante sim, foda-se!
Tão poucas coisas em que sou bom
que nas que sou bom jogo na cara mesmo!
Mas admita: Quem mais falaria tão a sério assim sobre si mesmo?
Sou foda!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Coisas dos dias...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
0
Esticar o meu tempo
Caber nos seus momentos
Lamber as feridas do seu dia
Sugar o prazer dos "oi's"
Te abraçar de olhos fechados
E não dizer nunca adeus...
Apertar sua mão
Embaixo do cobertor
Te puxar pra perto
Sentir seu cheiro
Não medir palavras
Dizer bobagens
Sorrir do seu riso
Esperar você chegar
Pra abrir a porta de toalha
E quem sabe te convencer a ficar
Te abraçar bem forte
Te levantar, sorrir
Brincar, brigar, amar... viver!
Caber nos seus momentos
Lamber as feridas do seu dia
Sugar o prazer dos "oi's"
Te abraçar de olhos fechados
E não dizer nunca adeus...
Apertar sua mão
Embaixo do cobertor
Te puxar pra perto
Sentir seu cheiro
Não medir palavras
Dizer bobagens
Sorrir do seu riso
Esperar você chegar
Pra abrir a porta de toalha
E quem sabe te convencer a ficar
Te abraçar bem forte
Te levantar, sorrir
Brincar, brigar, amar... viver!
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Arrumar palavras...
quarta-feira, 29 de junho de 2011
2
Ainda tenho coisas a dizer?
Olhei hoje para essa tela branca...
E me perguntei, sinceramente:
O que ainda falta falar?
Passei e sei que ainda vou passar
Muito tempo escrevendo e a escrever
A minha grande dúvida agora é?
O que porra ainda tenho a dizer?
Ah... e tem essas estrofes estranhas que me permito fazer
Sei que as vezes parece que uso palavras apenas pra rimar
Mas olha, sou poeta pobre, ingênuo e sem recursos...
Meu maior trunfo, acredite, é amar a minha poesia sem pestanejar...
E, quem sabe assim, cinicamente
eu pare de fazer poesias para os assuntos,
e passe a arrumar assunto pras minhas poesias!
Olhei hoje para essa tela branca...
E me perguntei, sinceramente:
O que ainda falta falar?
Passei e sei que ainda vou passar
Muito tempo escrevendo e a escrever
A minha grande dúvida agora é?
O que porra ainda tenho a dizer?
Ah... e tem essas estrofes estranhas que me permito fazer
Sei que as vezes parece que uso palavras apenas pra rimar
Mas olha, sou poeta pobre, ingênuo e sem recursos...
Meu maior trunfo, acredite, é amar a minha poesia sem pestanejar...
E, quem sabe assim, cinicamente
eu pare de fazer poesias para os assuntos,
e passe a arrumar assunto pras minhas poesias!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Exercício de Escrita III
segunda-feira, 27 de junho de 2011
0
Tanto tempo fui tão pouco
Tão pouco eu por tanto tempo
Tempo louco, sem eu em mim
Pouco tempo disposto a ser assim
Tem esse gosto de disgosto que me afronta
Assombra a sombra da vida que desponta
Descer ladeiras, escorredeiras sem arte
De uma ladeira onde o sol bate e arde
Desejo o minuto que passou e foi apressado
Jogado segundo que se perde e é lembrança
Desconfiança de perder meu tempo e vida
Talvez perdida para nunca e nunca mais
Tão pouco eu por tanto tempo
Tempo louco, sem eu em mim
Pouco tempo disposto a ser assim
Tem esse gosto de disgosto que me afronta
Assombra a sombra da vida que desponta
Descer ladeiras, escorredeiras sem arte
De uma ladeira onde o sol bate e arde
Desejo o minuto que passou e foi apressado
Jogado segundo que se perde e é lembrança
Desconfiança de perder meu tempo e vida
Talvez perdida para nunca e nunca mais
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Manhã na Augusta...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
1
Eu nem lembrava mais como era esse, que tá na descrição do blog, mas reler me fez lembrar todas as cenas que me levaram a ele...
Lembro de tentar tocar na guitarra, que o cara tocava no palco, lembro de falar alto com as pessoas no balcão e essa noite terminou com pastel de queijo numa feita lá perto e todas aquelas certezas de nunca mais e tals, que se renovavam a cada novo sábado...
Agora sinto em minhas costas um peso
Um peso tal que já limita o meu andar
São tantas horas em função do desespero
Que na manhã de mais um domingo é difícil caminhar
Ainda escuto o estrondo das músicas altas
Mas não sinto mais a esxitação de agora a pouco
O dia na minha cara, com sorridente sol, me tirou o tesão
Só me restam lembranças, e o cheiro de cigarro na roupa
Quero dormir pra me esquecer, pra não lembrar
Que ainda era eu cantarolando músicas sem conhecer
Quero dormir pra sonhar, ou fantasiar
Que sabia a hora de beber, mas também a hora de parar
Lembro de tentar tocar na guitarra, que o cara tocava no palco, lembro de falar alto com as pessoas no balcão e essa noite terminou com pastel de queijo numa feita lá perto e todas aquelas certezas de nunca mais e tals, que se renovavam a cada novo sábado...
Agora sinto em minhas costas um peso
Um peso tal que já limita o meu andar
São tantas horas em função do desespero
Que na manhã de mais um domingo é difícil caminhar
Ainda escuto o estrondo das músicas altas
Mas não sinto mais a esxitação de agora a pouco
O dia na minha cara, com sorridente sol, me tirou o tesão
Só me restam lembranças, e o cheiro de cigarro na roupa
Quero dormir pra me esquecer, pra não lembrar
Que ainda era eu cantarolando músicas sem conhecer
Quero dormir pra sonhar, ou fantasiar
Que sabia a hora de beber, mas também a hora de parar
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Negro cardume da noite...
sexta-feira, 17 de junho de 2011
0
Negro cardume de rua
Suja rua que adormece
Perdidos sussuros pela noite
Faz da vida insuportável espera
E a noite faz de fantasma as estátuas
E transforma em ratos nossos seres
A noite que me leva e me aguarda
É a mesma noite que me mata e temo
Solta-me noite! Me deixe livre de você
Quero voltar a ser o que não fui...
Perdido, choroso... um resto de gosto
Um monstro de desgosto esperando morrer
Mendigos que mendigam moedas
Esperando um pouco mais de prazer
Sentinelas nestas ruas desertas
Donos das noites, perdido viver
Esqueçam as histórias infantis felizes
De meninas com príncepes pra salvar
As meninas que vejo ficam em portas de prédios
Onde o prazer tem preço e você pode pagar
Caçando a liberdade em notas de 50 amaçadas
Entre vestígios de crack, perdição e cocaína
Se consome muito, se consomem todos
Perdidas, escrotas, farrapos perdidas...
A marquise nos esconde, nos protege
Lá onde o fogo é fraco e permitido
Onde se misturam pernas e braços
E o amor é um pacto, de um povo ferido
Suja rua que adormece
Perdidos sussuros pela noite
Faz da vida insuportável espera
E a noite faz de fantasma as estátuas
E transforma em ratos nossos seres
A noite que me leva e me aguarda
É a mesma noite que me mata e temo
Solta-me noite! Me deixe livre de você
Quero voltar a ser o que não fui...
Perdido, choroso... um resto de gosto
Um monstro de desgosto esperando morrer
Mendigos que mendigam moedas
Esperando um pouco mais de prazer
Sentinelas nestas ruas desertas
Donos das noites, perdido viver
Esqueçam as histórias infantis felizes
De meninas com príncepes pra salvar
As meninas que vejo ficam em portas de prédios
Onde o prazer tem preço e você pode pagar
Caçando a liberdade em notas de 50 amaçadas
Entre vestígios de crack, perdição e cocaína
Se consome muito, se consomem todos
Perdidas, escrotas, farrapos perdidas...
A marquise nos esconde, nos protege
Lá onde o fogo é fraco e permitido
Onde se misturam pernas e braços
E o amor é um pacto, de um povo ferido
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Vontade...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
0
A vontade toma os caminhos que quiser
Ela, tu sabes, é indomável e irrequieta
A vontade me leva e vou sem saber
Pra onde estou indo e o que me espera
Meu corpo é tomado e cada gesto é em seu favor
Cada batimento, passo e respiração
Minha mente é invadida pelo seu imparável fulgor
E quando nú não consigo mais ouvir seu não
Dentre as mais pesadas noites,
entre as pernas mais desejadas
Sonhei, sofri, me perdi e fugi
E nos dias que se perderam
Entre dormindo e acordado
A vontade me deixou parado
Tomou minha mente e me lembrou você
E não perdi mais minhas horas
Não joguei mais minutos fora
E teu sorriso é minha desforra
Que enxergo com os olhos de quem adora
Ela, tu sabes, é indomável e irrequieta
A vontade me leva e vou sem saber
Pra onde estou indo e o que me espera
Meu corpo é tomado e cada gesto é em seu favor
Cada batimento, passo e respiração
Minha mente é invadida pelo seu imparável fulgor
E quando nú não consigo mais ouvir seu não
Dentre as mais pesadas noites,
entre as pernas mais desejadas
Sonhei, sofri, me perdi e fugi
E nos dias que se perderam
Entre dormindo e acordado
A vontade me deixou parado
Tomou minha mente e me lembrou você
E não perdi mais minhas horas
Não joguei mais minutos fora
E teu sorriso é minha desforra
Que enxergo com os olhos de quem adora
domingo, 12 de junho de 2011
Feliz dia dos Namorados!
domingo, 12 de junho de 2011
0
Não sei se sempre serei eficiente assim, mas hoje ao pensar na data foi isso que saiu...
Você caro amigo que ainda não disse nada de muito romântico para sua digníssima, sinta-se a vontade de roubar e dizer que é seu! Hoje está liberado!
Queria ter milhares de coisas pra falar
Cantar sua beleza, a alegria de ter você
Queria inventar palavras e expressões
Pra me convencer e a você...
Quero! As horas em que não te vi
Os anos que passei sem te conhecer!
Quero inventar histórias, contar causos
Onde a heroína a ser salva era você,
e eu herói atrapalhado a te salvar!
Queria ter mais certezas pra dizer
Saber sobre a vida, sobre mim e você
Te falar dos sorrisos que me tirou
Das vezes em que não estava bem e te liguei
Do favor que me faz ao ficar comigo
Da vontade que tenho de te agarrar...
Das horas passadas entre seus beijos
Dos dias em que fiquei só no desejo
Dai que, sendo assim, fica até pouco só dizer:
Feliz dia dos namorados pra você!
Você caro amigo que ainda não disse nada de muito romântico para sua digníssima, sinta-se a vontade de roubar e dizer que é seu! Hoje está liberado!
Queria ter milhares de coisas pra falar
Cantar sua beleza, a alegria de ter você
Queria inventar palavras e expressões
Pra me convencer e a você...
Quero! As horas em que não te vi
Os anos que passei sem te conhecer!
Quero inventar histórias, contar causos
Onde a heroína a ser salva era você,
e eu herói atrapalhado a te salvar!
Queria ter mais certezas pra dizer
Saber sobre a vida, sobre mim e você
Te falar dos sorrisos que me tirou
Das vezes em que não estava bem e te liguei
Do favor que me faz ao ficar comigo
Da vontade que tenho de te agarrar...
Das horas passadas entre seus beijos
Dos dias em que fiquei só no desejo
Dai que, sendo assim, fica até pouco só dizer:
Feliz dia dos namorados pra você!
sábado, 11 de junho de 2011
Bom mesmo!
sábado, 11 de junho de 2011
1
Bom mesmo é cerveja!
Não adianta vim falar
Tempera as conversas e a vida!
Bom mesmo é boteco!
Pra rir e convensar
Queria ter boteco todo dia!
Bom mesmo é amizade!
Pra te compreender te ajudar
Não ter amigos perto é minha fobia!
Bom mesmo é o amor!
Pra beijar e abraçar!
E eu quero tudo que é bom ao mesmo tempo!
E não quero deixar o tempo passar...
Não adianta vim falar
Tempera as conversas e a vida!
Bom mesmo é boteco!
Pra rir e convensar
Queria ter boteco todo dia!
Bom mesmo é amizade!
Pra te compreender te ajudar
Não ter amigos perto é minha fobia!
Bom mesmo é o amor!
Pra beijar e abraçar!
E eu quero tudo que é bom ao mesmo tempo!
E não quero deixar o tempo passar...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Sedentos por mais viver
quinta-feira, 9 de junho de 2011
0
Tempo e vento: cruel mistura!
Que desfaz amores e montanhas
Destrói nossos corpos e sabores
E deixa em nós a saudade e a falta
Somos restos das estrelas
Esperando nosso tempo acabar
Somos amores perdidos
Esperanças despedaçadas
Que ainda vivos e sorridentes
Ficamos pelo mundo, fingindo não sofrer
Mas a dor é o que nos faz mais vivos
Vivos e sedentos por mais amor, por mais viver
E se puder pedir, e um só desejo tiver
Quero sim sofrer, pra me levantar feliz
Quero cair, em lágrimas me desfazer
Pra ter vontade de ter sempre mais!
O maior tesão que se deve ter
deve ser o tesão por continuar!
Que desfaz amores e montanhas
Destrói nossos corpos e sabores
E deixa em nós a saudade e a falta
Somos restos das estrelas
Esperando nosso tempo acabar
Somos amores perdidos
Esperanças despedaçadas
Que ainda vivos e sorridentes
Ficamos pelo mundo, fingindo não sofrer
Mas a dor é o que nos faz mais vivos
Vivos e sedentos por mais amor, por mais viver
E se puder pedir, e um só desejo tiver
Quero sim sofrer, pra me levantar feliz
Quero cair, em lágrimas me desfazer
Pra ter vontade de ter sempre mais!
O maior tesão que se deve ter
deve ser o tesão por continuar!
sábado, 4 de junho de 2011
Não pensei num nome...
sábado, 4 de junho de 2011
0
Dos medos justificados eu sorri
Da seriedade dos dias cinzentos eu fugi
Passei os melhores dias ao vento
Entre as putas e os seres sem lamento.
Corri entre os carros, perdido
Morri nas noites de altas doses
Chorei pelos corpos e nos copos
Sem medo te beijei as dores e chagas
Sobre os escuros escombros da noite
Sobre as marquises de medo e loucura
Durante todas as fases da lua...
Eu te vi, te senti, te amei
Da seriedade dos dias cinzentos eu fugi
Passei os melhores dias ao vento
Entre as putas e os seres sem lamento.
Corri entre os carros, perdido
Morri nas noites de altas doses
Chorei pelos corpos e nos copos
Sem medo te beijei as dores e chagas
Sobre os escuros escombros da noite
Sobre as marquises de medo e loucura
Durante todas as fases da lua...
Eu te vi, te senti, te amei
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Sou só eu...
quinta-feira, 2 de junho de 2011
0
De sonhos, isso mesmo
Queria ser um pote de sonhos,
os que a gente pode viver
e os que só podemos sonhar...
Queria ter todas as dores,
Pra ter todas as lágrimas.
Ter um monte de sorrisos
Um colar e várias certezas
Desejei ser tudo que pudesse
Mas hoje, nesse frio, sou só eu.
Queria ser um pote de sonhos,
os que a gente pode viver
e os que só podemos sonhar...
Queria ter todas as dores,
Pra ter todas as lágrimas.
Ter um monte de sorrisos
Um colar e várias certezas
Desejei ser tudo que pudesse
Mas hoje, nesse frio, sou só eu.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Terminou o mês de Maio!
terça-feira, 31 de maio de 2011
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Puta que pariu! Terminou!
Complicado ter obrigação
Foi um tapa na cara
Pra mostrar que não sou bom!
Falei de tudo, aproveitei
Mas admito, sem vergonha
Falei quase sempre do que não sei!
Não sou poeta, não sou cronista
Sou só um bobo, exibicionista!
Não sou poeta, não sou ninguém!
Aliás, senão sou poeta, não sou ninguém!
E sendo assim posso dizer:
Poesia é o mundo todo
E ser poeta é só saber viver!
Complicado ter obrigação
Foi um tapa na cara
Pra mostrar que não sou bom!
Falei de tudo, aproveitei
Mas admito, sem vergonha
Falei quase sempre do que não sei!
Não sou poeta, não sou cronista
Sou só um bobo, exibicionista!
Não sou poeta, não sou ninguém!
Aliás, senão sou poeta, não sou ninguém!
E sendo assim posso dizer:
Poesia é o mundo todo
E ser poeta é só saber viver!
domingo, 29 de maio de 2011
Daffine!
domingo, 29 de maio de 2011
1
Acho que ela me entende...
mesmo fria máquina de correr
As minhas vontades e frustração
Seu motor parece até compreender
E passam as horas, os dias,
E nos corremos entre os carros
Não, nem garoa e nem frio me param
Pois estar sobre ela é como um abraço
E o asfalto, que é caminho e fim
Onde escrevemos nossa história
é a testemunha do meu amor a ti
E de um amor bobo a velocidade
Que se manifesta no vento
Que toca meu rosto atrás da viseira
E me faz dono do espaço e do tempo
Eu te amo minha Daffine pequena
Que me leva e me carrega sem reclamar
Eu te amo minha moto sem problema
De um jeito que só a uma moto posso amar!
mesmo fria máquina de correr
As minhas vontades e frustração
Seu motor parece até compreender
E passam as horas, os dias,
E nos corremos entre os carros
Não, nem garoa e nem frio me param
Pois estar sobre ela é como um abraço
E o asfalto, que é caminho e fim
Onde escrevemos nossa história
é a testemunha do meu amor a ti
E de um amor bobo a velocidade
Que se manifesta no vento
Que toca meu rosto atrás da viseira
E me faz dono do espaço e do tempo
Eu te amo minha Daffine pequena
Que me leva e me carrega sem reclamar
Eu te amo minha moto sem problema
De um jeito que só a uma moto posso amar!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Ver-te no mar...
sexta-feira, 27 de maio de 2011
0
Verde é o mar
Ao ver-te no mar
Como um musgo perdido
Uma história conhecida
Esperar, conhecer
Me afogar, morrer!
Me jogar, sem ver
Fui até o fim, avancei
Nas rochas molhadas
Entre as ondas que batem
Onde areia e água
é o mundo que vejo
Perfeita sua fala
Que me deu adeus
No mar, espatifada
Meu amor se perdeu
Olho, me olha o mar
Molho, me molha o mar
Gosto, salgado, marcado
Morro, sorrindo, acabado!
Numa onda que quebra
Nas areias e me leva
Ao fundo do mar
Perdido em mim...
Ao ver-te no mar
Como um musgo perdido
Uma história conhecida
Esperar, conhecer
Me afogar, morrer!
Me jogar, sem ver
Fui até o fim, avancei
Nas rochas molhadas
Entre as ondas que batem
Onde areia e água
é o mundo que vejo
Perfeita sua fala
Que me deu adeus
No mar, espatifada
Meu amor se perdeu
Olho, me olha o mar
Molho, me molha o mar
Gosto, salgado, marcado
Morro, sorrindo, acabado!
Numa onda que quebra
Nas areias e me leva
Ao fundo do mar
Perdido em mim...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Ainda sou eu!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
0
Um dia, dois dias, três dias
O tempo passa preguiçoso sem parar
A vida sem graça, vadia
Pode ser melhor pra quem amar
As horas, que passam longas
Fazem a vida curta
E o sonho que era pra longe
Está escapando entre os dedos!
Eu já tive tanto tempo
Jogava as horas pelo chão
Eu já fui dono de tudo que sentia
Era o mais foda, o espertalhão!
Hoje sim, entendo que sou bobo
E isso é que me faz realmente esperto
Pois sou dono de mim, não quero socorro
Procuro o amor e as felicidades mais perto
E lá no fundo dos olhos,
Onde nem chega o olhar
Está o brilho antigo
E esse brilho me faz lembrar
Ainda sou o mesmo moleque
Fazendo merda e gargalhando sem parar!
O tempo passa preguiçoso sem parar
A vida sem graça, vadia
Pode ser melhor pra quem amar
As horas, que passam longas
Fazem a vida curta
E o sonho que era pra longe
Está escapando entre os dedos!
Eu já tive tanto tempo
Jogava as horas pelo chão
Eu já fui dono de tudo que sentia
Era o mais foda, o espertalhão!
Hoje sim, entendo que sou bobo
E isso é que me faz realmente esperto
Pois sou dono de mim, não quero socorro
Procuro o amor e as felicidades mais perto
E lá no fundo dos olhos,
Onde nem chega o olhar
Está o brilho antigo
E esse brilho me faz lembrar
Ainda sou o mesmo moleque
Fazendo merda e gargalhando sem parar!
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